29 de abril de 2012

Angela Ro Ro Fátima Guedes e Leila Pinheiro

Um grande encontro que acontece no  mesmo palco uma noite maravilhosa com esse super trio ao lado de um piano acompanhado ao trimbre de voz doce e grave.


Recorda é viver

Vamos fazer uma pequena retrospectiva dos programas que a nossa Diva fez e participou...

Primeiro vídeo no Programa Altas Horas em 2001

Em 2004 no Programa Escândalo pelo canal Brasil com participação especial de Ney Matogrosso.

6 de abril de 2012

Ângela Ro Ro em Fortaleza

Projeto:Série depoimentos

Com sua voz rouca e sua personalidade marcante, Ângela Ro Ro é a primeira grande atração da Série Depoimentos Ceará deste ano. O anfiteatro do Centro Dragão do Mar, no dia 31 de março (sábado), às 20h, tem o prazer de mostrar ao público cearense toda a performance da cantora que passeia pelo blues, samba, jazz, rock e baladas românticas.

Artista de múltiplos talentos, Ângela Ro Ro é cantora, compositora e pianista. Ela começou a estudar piano clássico aos cinco anos, sendo influenciada desde muito cedo por ícones como Noel Rosa, Frank Sinatra, Maria Bethânia, The Beatles, Rolling Stones além de muita música latina e jazz. A artista firma sua carreira no Brasil se destacando como autora e cantora em sua participação no Festival de Rock de Saquarema (RJ), em 1976. Entre 1977 e 1978, foi gravada por As Frenéticas (Agito e uso), Marina Lima (Não há cabeça) e Ney Matogrosso (Não há cabeça e Balada da arrasada).


18 de fevereiro de 2012

“Rio Carnaval Sem Preconceito 2012”

A Prefeitura do Rio lançou na manhã desta terça-feira, dia 14, a campanha “Rio Carnaval Sem Preconceito”. Sucesso ano passado, a campanha retoma de cara nova e com o propósito de orientar cariocas e turistas contra os mais diversos tipos de preconceito e as formas de denunciá-los. Entre as ações, que vão se espalhar por toda a cidade, será veiculada em rádio, televisão, bailes o samba-enredo composto pelos bambas Arlindo Cruz e Luana Carvalho.


Através da Coordenadoria Especial da Diversidade Social (CEDS), a Prefeitura do Rio une o espírito festivo dessa época à necessidade de se respeitar o próximo com o lema “tolerância zero com a discriminação”.

Em cerimônia realizada no Palácio da Cidade, em Botafogo, o secretário-chefe da Casa Civil, Pedro Paulo Teixeira, que estava representando o prefeito Eduardo Paes, falou da importância do poder público na luta contra o preconceito:

- O tema do preconceito, além de suprapartidário, é transversal, de grande abrangência. Não tenho dúvida da capacidade da Coordenadoria de mobilizar e fazer com que o tema ganhe visibilidade dentro de todos nós, nossa indignação com o preconceito.

Além da veiculação do samba, serão distribuídos – em blocos, praias, bailes, aeroportos e na rodoviária Novo Rio – panfletos informativos sobre doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), distribuição de preservativos e lubrificantes provenientes da parceria com a Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil; cartões com telefones úteis aos cidadãos e outras informações sobre os dias de carnaval na cidade, tendo como base o guia da Riotur.

O coordenador da Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual, Carlos Tufvesson, disse que o samba da campanha brada com o preconceito:

- Nossa intenção é apresentar uma campanha que fale pelos Direitos Humanos de todo e qualquer cidadão, independente de sua orientação sexual, de sua raça, de religião. Estamos falando em direito do cidadão. Como diz bem a letra, sem cor e sem crença, vale tudo em nome do amor.

O videoclipe da campanha contou com a participação de diversos sambistas e artistas como Noca da Portela, Delegado, Lucinha Nobre e Rogério Dorneles (porta-bandeira e mestre-sala da Portela), Juliana Alves, Suzana Pires, Beth Carvalho e Angela Ro Ro.

Angela Ro Ro - making of da campanha Carnaval sem Preconceito

Ângela Ro Ro em Natal

entrevista >> Ângela Ro Ro


"A vovó aqui ainda está selvagem"



Edson Gês/CB/D.A Press
Antes de desembarcar em Natal, Ângela Ro Ro deu voltas pela vida. Viajou muito, até no sentido figurado da palavra "viajar". E parece ter finalmente se encontrado quando precisou olhar para dentro de si. No show desta quinta-feira, o público do Teatro Riachuelo verá uma compositora e intérprete de estilo inigualável 60 quilos mais magra e com a mesma vontade de viver, mesmo sem a companhia do álcool, do cigarro, das toxinas e ainda com o espírito hippie e meio porra-loca que marcaram e marcam a personalidade desta artista verdadeiramente brasileira.

Angela Maria Diniz Gonçalves é carioca nascida em Copacabana, criada em Ipanema e fecundada num carnaval em Vila Isabel. De menina moça de colégio de freiras e criança em contato com a música desde os nove anos, à mulher fêmea hippie do Arpoador, foi um pulo. E o tempo também voou quando se iniciou na bebedeira. Ângela Ro Ro foi vítima da ditadura e de suas próprias fraquezas. Nas juventude, fumou, bebeu, engordou, sofreu e, sobretudo, viveu. E o melhor: continua mais viva do que nunca, mesmo no processo reverso: magra e abstêmia de qualquer droga aos 63 anos.

A voz rouca, grave e a espontaneidade nos gestos, palavras ou na própria música, se mantém inalterados. Seus shows misturam essas adversidades vividas e superadas, e o bom humor característico. E nessa levada se vê jazz, MPB e um bolero-blues característico que a própria Ângela nega e os críticos ratificam. Na entrevista abaixo ela diz mais. São palavras de quem está aí para o que der e vier, com fôlego e entusiasmo pela vida, pela música e pela Natal que deixou em um passado nem tão distante assim e que amanhã rrencontrará em um novo palco.

Pra você que é ligada em signos, os ascendentes estão favoráveis a um show bacana em Natal?
Você andou olhando meu site, num é? (risos). Cara, faz tempo que não vou a Natal - uns 15 ou 18 anos. E Natal sempre foi uma constante em minha carreira. Então, estou com muita sede de ir. É um público quente, amigo. E para eles vou levando o que aconteceu nesse período e o que cantava quando ia por aí. Meu público não é imenso, não sou uma mega estrela, mas sou satisfeita com meu número de fãs e continuo arrebanhando novos amigos - uma nova geração que tem procurado conhecer meu trabalho. Inclusive levarei CDs e DVDs com a devida nota fiscal para vender (risos). São canções puxadas para o jazz, canções francesas...

Vários críticos rotulam seu trabalho entre o bolero e o blues...
Por acaso nunca gravei um blues. São baladas, tem lá uma coisa parecida, mas não é blues. E bolero não tenho nenhum. Mas vamos cantar alguns por aí. E o blues também está no repertório.

Tim Maia brincou uma vez após uma dieta de duas semanas, dizendo ter perdido 14 dias. Você está há 10 anos sem fumar nem beber. O que você perdeu e ganhou nessa década?
(risos) Tim era demais. Nem lembrava mais dessa piada dele. Bom, perdi 60 quilos e não foram em 60 dias. Foi com muita calma. E ficaram os 60 quilos que prestavam. Perdi meus pais, fiquei fragilizada pra vida, desprezada; eu precisava viver. E foi cantando um jazz de Frank Sinatra que descobri isso. Simplesmente não consegui chegar ao fim da música. Pedi uma cadeira pra sentar e dali decidi pelo processo inverso. Eu estava de luto do meu pai, minha mãe com câncer. Eu precisava mudar.

Foi radical, então.
E não procurei médico ou essas instituições como o Alcoolatras Anônimos. Até respeito muito, acho fantásticas. Mas pra mim não funciona; eu ia bagunçar o negócio, sabe? (risos). Eu não iria dar aquela palestra e dizer: "Há um mês eu não bebo#". Isso pra mim seria motivo pra comemorar (risos). Decidi pelos exercícios ao ar livre. E aí, sim, fiz uns exames de saúde para me guiar nessas atividades,porque já estava com mais de 50 Se arrependeu de alguma coisa?
Fiz muita bobagem, atrevimentos, padeci feito cão na mão dos outros# Uma parte da minha vida é um obituário da Amy (Winehouse). E sobrevivi. Hoje estou com 62 anos vestindo bonitinha, caminhando alguns quilômetros por dia e com fôlego. Aconteceu comigo um pequeno milagre chamado 'força de vontade'. Larguei cigarro, qualquer tipo de toxinas e, principalmente, o alcool. Cortei mágoas que hoje rimam com águas e dei de presente à minha mãe a filha dela de novo.

Ainda há espaço para o hippie nesse mundo virtual?
Continuo uma hippie velha. Ainda me pego em alguns valores, por mais que eu queira me afastar. Há um Peter Pan dentro de mim; uma mistura de anjo, demônio e criança. Embora não saiba bem o que seja realmente um hippie. Já fiquei um tempo na estrada, ao relento, construindo experiências de vida. Mas já com 20 e poucos anos viajei à Europa acabou o lance do uísque e precisei trabalhar, ou morria congelada. Fiz o que nunca tinha feito na vida: fui faxineira de hospital, lavei prato e fiz uns biscates de música.

Desde 2006 não há CD inédito seu. Tem previsão?
Não tenho gravadora. Este ano estamos em busca de patrocínio para tentar no segundo semestre a gravação de um CD e DVD. Vamos aproveitar que estou de ladeira acima para gravar. A vovó aqui ainda está selvagem (risos).

É essa Ângela Ro Ro que chega a Natal?
Cara, eu criei amor pela vida. E é esse amor que levo a Natal. Ainda adoro fazer piada e levo isso ao show, junto com muita música; junto a Ricardo Mac Cord, que está comigo há 20 anos e faz comigo o show. É um cenário simples, em forma de camerata, piano e voz, mas bem complexo ao mesmo tempo. Acrescentamos essas coisas hightec também.

Você tem apresentado um formato de show no Teatro Rival (RJ) repleto de canjas, com o Nas Ondas da Ro Ro. Terá algo parecido em Natal?
É um programa de rádio online. Gravamos um ano inteiro. Temos doisconvidados por noite e dois por mês. Já cantaram com a gente Tony Platão, Otto, Jorge Vercilo, Dudu Nobre, Elza Soares, Toni Garrido. Já há 17 programas para serem ouvidos no Uol ou de graça em meu site (angelaroro.com.br). Em Natal será outra coisa. Aliás, sempre fui muito bem acolhida no Teatro Alberto Maranhão. Espero que não seja diferente neste novo teatro.

29 de janeiro de 2012

Nas ondas da Ro Ro - Francis Hime

Não sei nem, o que dizer ou por onde começar. Foi exatamente um e alguns meses dessa grande ondas ontem todos nos embarcamos,foi grandes encontros boas conversas no palco lindas canções,melodia e poesias sendo interpretadas ,teve muita emoções e sensações,nesse projeto aconteceu de tudo que não daria para escrever ou explicar. Teve gente que assistiu mais e uma vez ou teve gente que nem chegou haver só acompanhou pela rádio uol e videos no youtube.

Aí só sei que foi bom demais,agora vamos torcer para continuar essa projeto que foi tão maravilhoso "NAS ONDAS DA RO RO"
Agora vejam o último encontro de 2011 que teve uma participação par lá de especial de Gabriela do Pará
.

22 de novembro de 2011

Ângela Ro Ro No programa -Segue o som

Alguém cantando longe

Programa homenageia vozes femininas e artistas que perderam a vida cedo
O Segue o Som  celebra as grandes vozes da música internacional, e dá atenção especial às mulheres. Mariano Marovatto entrevista a cantora e compositora Ângela Rô Rô que, além de comentar os trabalhos mais recentes, como o CD/DVD Ângela Rô Rô ao vivo, fala sobre a passagem do tempo e o que muda com a chegada dos 60 anos de idade.
O programa dedica um bloco aos grandes artistas cujas vidas foram interrompidas aos 27 anos. Do bluseiro Robert Johnson, passando por Jimi Hendrix e Janis Joplin, até chegar à mais recente perda da cantora inglesa Amy Winehouse.
Natural de Palma de Mallorca, na Espanha, a cantora autodidata Concha Buika é celebrada por misturar o tradicional Flamenco a elementos do jazz e do soul. A artista, que iniciou a carreira cantando em pequenos bares e clubes daquela cidade, hoje vive em Madri e colhe os frutos do seu mais recente trabalho, Niña de Fuego. Com a voz ora suave, ora explosiva, Concha Buika é considerada uma das artistas mas enérgicas e espontâneas do panorama atual espanhol. Para quem ainda não a conhece, o Segue o Som exibe  “Y quién soy yo”.
Artista soul de sucesso nas décadas de 60 e 70, o cantor Marvin Gaye também é relembrado nessa edição. Dono de um estilo elegante de compor e cantar, o músico aparece em um de seus maiores sucessos “What´s going on”. Vale a ressalva de que todas as vozes dessa canção são do próprio Marvin, inclusive os coros e os falsetes. Em 1984, após uma briga violenta, Gaye foi assassinado pelo pai.
A guitarra de Eric Clapton ganha destaque. Aos 65 anos, o rei do blues e autor de inúmeros sucessos, dedica boa parte do tempo à fundação de apoio a viciados em drogas. Para homenagear esse músico, que visitou o Brasil em outubro deste ano, o Segue o Som exibe “ Me and the Devil Blues”, uma homenagem do artista a Robert Johnson, outro ícone do gênero.
O Segue o Som exibe trechos do documentário Maria Bethânia – Música é Perfume, dirigido pelo francês Georges Gachot. O filme, que traça um paralelo entre a vida da cantora e as transformações sociais brasileiras, é resultado de cinco anos de pesquisa. Toda a força de uma das maiores intérpretes do país se evidencia na canção “Maria Bethânia”, composta pelo seu irmão Caetano Veloso.
Destaque também para o rock´n´roll de Rita Lee. A cantora paulista aparece em “Ovelha Negra”, um de seus maiores sucessos. Cazuza é relembrado em “Exagerado”, música que integra o álbum Burguesia, último registro musical do artista antes da sua morte, em 1990.
Confira a entrevista
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